terça-feira, 30 de junho de 2015

Os últimos tempos

... de desaparecida.

Foram dias intensos, cansativos, trabalhosos... mas no final foi um mês e meio de tanta coisa boa!

Aqui fica um resumo ;)




sábado, 9 de maio de 2015

Os "meus" bebés

Sou daquelas pessoas que se derrete toda ao ver um bebé... Seja em que sítio for, se há um bebé lá estou eu a comentar como é fofo, a fazer-lhe caretas ou a admirá-lo.
Ontem num destes momentos, enquanto via um bebé lindo lindo num carrinho enquanto passeava pelo centro comercial, reparei nos papás do pequeno, e...^

"Ownnnn *.* Eu vi esta fofura nascer, e fui eu que vesti a primeira roupinha, e dei o primeiro banhinho, e as primeiras picas..."



Ricos estágios de enfermagem que me permitem estas delicias ^^



terça-feira, 5 de maio de 2015

Agora nós


Podem dizer que estes programas da manhã são para acompanhar os velhotes (eu própria tenho muitas vezes essa opinião). 

No entanto, hoje a televisão acabou por ficar na RTP1, e fiquei a sentir uma paz de espírito gigantesca ao ver a ajuda que estes programas de televisão podem dar a famílias como esta:


Hoje já fico de coração quentinho :) 


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dos novos metros...

... que me levam a descobrir que o meu namorado tem uma falha.




E é assim (tentativa de reescrever o que se passou em vários meses, podem não estar as palavras exatas mas a ideia penso que é bem clara):

Dia 1:
Príncipe (P) - Amor, já viste os metros novos?! Agora o varão tem três coisinhas já ninguém se encosta!
Eu - Três? Ainda não vi!
P - sim, e as cadeiras são todas encostadas!

Dia 2:
Eu - Amor, já vi os metros novos. E as pessoas encostam-se na mesma! Não gosto dos bancos escorregam...
P - Metros novos? Que metros?
Eu - Aqueles que me falaste da outra vez. Os que são (descrição do metro).
P - Eu nunca vi isso, amor.
Eu - (pensei que estava maluca ou que tinha trocado conversas e calei-me)



Dia 3:
P - Já sei quais são os metros, nunca tinha visto. Tens razão escorregam.
Eu - Mesmo! (e achei que estava confirmada a minha aselhice)

Dia 4:
Eu - Estou aqui estou no chão, raio dos metros novos!
P - quais metros novos?
Eu - (descrição dos metros)
P - Oh, nunca vi! 
Eu - Estás a gozar comigo!
P - Juro-te que não (e não estava a mentir, já sei bem quando é mentira xb)
Eu - (fiquei parva com o esquecimento dele)



Dia 5 (hoje):
P - Amor, já viste os novos metros? (descrição do metro)
Eu - (risos) Não vou ter outra vez esta conversa contigo!
P - O quê mas já falámos disto?
Eu - Oh meu Deus, só podes estar a gozar comigo.
(descrevi toda esta situação que vos conto agora e ele jura que não se lembra de nenhuma das conversas, e garante que nunca tinha visto o metro).


Ps: certifiquei-me de que de todas as vezes estávamos a falar exatamente do mesmo metro!


VIVA A AMIZADE!



A amizade é o ingrediente mais importante na receita da vida!

Amo os meus amigos <3


segunda-feira, 20 de abril de 2015

A forma como nos vemos

Este tem sido um assunto no qual tenho pensado muito.

Desde pequena que tenho mantido um pensamento "as raparigas que achamos mais bonitas são aquelas que parecem mais convencidas da sua beleza"...

Das situações que tenho vivido nestes últimos tempos, parece-me que cheguei a uma conclusão, só não sei ainda se é uma conclusão acertada, mas isso o tempo dirá.






VS



Com estas duas imagens rapidamente mostro a minha ideia...
No início de qualquer relação, conheço uma pessoa nova, observo a sua aparência física e aquilo que aparenta ser no seu intimo. Com o tempo, é que vou conhecendo melhor aquilo que a pessoa pensa ser e percebi que, na maioria das vezes, não corresponde em nada ao que foi a minha primeira impressão e todas aquelas que se seguiram.

De facto, de uma maneira ou de outra nós valorizamos nos outros ou achamos mais bonito neles aquilo que eles nos mostram, seja consciente ou inconscientemente.
Acaba por ser engraçado ver que no final a pessoa só acredita ser o que os outros dizem que ela é quando ela mesma acredita nisso. E o inverso também acontece, os outros acabam por ver em nós aquilo que nós lhe mostra-mos.

Antes mesmo de ter pensado sobre isto, eu reconheci em mim uma enorme relação entre os meus sentimentos e a minha aparência no espelho... afinal os espelhos também captam sentimentos e emoções (deve ser por isso que em alguns dias certas fotografias nossas são maravilhosas e vão diretas para o facebook e nos dias seguintes pensamos "o que é que me deu para por isto aqui?! Estou tão feia!"). 


O meu "truque" para os momentos em que me sinto deprimida e com a auto-estima em baixo? Olhar-me no espelho, tentar procurar no reflexo aquilo que os outros estão a ver em mim naquele momento... Depois, basta ajustar a imagem para a forma como eu gostava que ela fosse e, num passo de magia, o mundo torna-se mais leve, as pessoas mais simpáticas, o trabalho menos difícil, o dia mais animado :)


Because I'm HAPPY ^^


Há momentos em que compreendemos que aquilo que nos parece  perfeito, mais não era do que uma ilusão criada e mantida por nós (baseada em ideias que às vezes não são nossas), para nos mantermos no caminho que vai mais a direito.

Percebi que apesar de esse caminho ser aquele que se aparenta mais "fácil", percorrê-lo pode fazer-nos perder muitas oportunidades, e a principal delas - a oportunidade de ser feliz. Alcançaria o objetivo, mas a troco de quê?

Aprendi que se a ideia é ser feliz, tenho de começar agora! O pensamento "tenho de fazer isto para ser feliz depois" tem de deixar de ser válido, porque o amanhã rapidamente se torna em hoje e perdemos continuamente a oportunidade de ser felizes...


Ás vezes faz-nos bem fazer o pino, e olhar as coisas de outro prisma, talvez o caminho mais sinuoso se transforme no nosso caminho, aquele que nos traz felicidade ^^